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Festa do Livro: 10 a 15 de Abril

Esta semana, de 10 a 15 de Abril, não perca a oportunidade de adquirir as obras: A Companhia de Jesus na Madeira – A História de um Monumento e História da Madeira, Século XV – Matriz da Expansão Portuguesa, com 40% de desconto.

Com o objectivo de promover a cultura e a investigação, a Associação Académica da Universidade da Madeira, através da Imprensa Académica, tem vindo a editar obras diversificadas, inseridas nas mais variadas áreas do saber.

Assim, e associando-se ao Dia Mundial do Livro criado em 1995 por decisão da UNESCO, promovemos uma nova campanha a decorrer na Gaudeamus, durante todo o mês de Abril, o “Mês do Livro”.

Nesta campanha, iniciada no dia 3 de Abril, até final do mês, encontrará, semanalmente, duas obras em promoção.

Não deixe passar esta oportunidade!

A COMPANHIA DE JESUS NA MADEIRA
A História de um Monumento

Sinopse

O Colégio de S. João Evangelista do Funchal foi fundado por alvará régio de D. Sebastião, de 20 de agosto de 1569, e surgiu num contexto de crise religiosa na Europa, em consequência da reforma protestante. Foi a primeira instituição criada fora do espaço europeu e, pelas suas atribuições de evangelização e no ensino, competia à Companhia de Jesus essa tarefa. Na verdade, a fundação do Colégio e a instalação dos jesuítas no Funchal estão relacionadas com o assalto corsário de 1566. De facto, os corsários franceses atacaram a Madeira por questões religiosas, mas também pela fama de cidade rica. Das pilhagens e vilanias resultaram o saque do património religioso e a destruição do comércio e da produção vinícola.

Depois da escolha da área urbana adequada à instalação do Colégio dos Jesuítas, os planos foram cuidadosamente verificados e reformulados e, no final do século XVI, iniciou-se a construção. Várias etapas e remodelações aconteceram ao longo de século e meio, mas a mais importante foi igreja de São João Evangelista, construída no século XVII, que arquitetonicamente, marca a transição do estilo maneirista europeu para o Barroco Português e corresponde à expansão jesuíta, em ação evangelizadora nas novas terras.

Até 1759, data da sua extinção em Portugal, a Companhia de Jesus cumpriu a função para que fora instituída. Depois, o antigo Colégio dos Jesuítas aquartelou a tropa auxiliar inglesa, nas duas ocupações da Madeira (início do séc. XIX), serviu de sede a várias unidades do exército português, durante o Liberalismo, e em palcos das 1.ª Guerra Mundial e da Guerra Colonial, e acolheu várias instituições de ensino desde escola secundária, núcleos de ensino superior e, hoje, lá se encontra a Reitoria da Universidade da Madeira.

HISTÓRIA DA MADEIRA
Século XV – Matriz da Expansão Portuguesa

Sinopse

A História da Madeira, Século XV – Matriz da Expansão Portuguesa é o primeiro de seis volumes da autoria de Rui Carita, num projeto a ser editado pela Imprensa Académica, chancela editorial da Associação Académica da Universidade da Madeira, ao longo dos próximos 6 anos. Optámos por estabelecer uma barreira cronológica entre os volumes, que estão segmentados pelos vários séculos, por entendermos que a organização cronológica seria mais fácil para o leitor.

É a partir do povoamento da Madeira se perspetiva a gesta da expansão portuguesa, quer em termos político-administrativos, na divisão do arquipélago em três capitanias, como na atividade económica distribuída pelos três sectores. No setor primário houve o cultivo do trigo e, depois, da cana-de-açúcar com a predominância da transformação dessa matéria-prima no rendoso açúcar, que fez da Madeira a terra apetecida e disputada, nos séculos seguintes. Já no sector secundário, houve o aproveitamento da urzela e do sangue-de-drago para a indústria tintureira. Assim, se iniciou um florescente comércio de onde a coroa portuguesa recebia as rendas pela instalação da alfândega do Funchal, a principal preocupação do grande impulsionador da urbe funchalense, o duque de Beja, D. Manuel, que viria a ser o rei D. Manuel I. No seu plano, colocou ainda os paços do concelho e a “igreja grande”, futura sé, que se encontrava no chão do Duque. Foi ainda nesse período que surgiu as primeiras misericórdias nas principais vilas da ilha.

No povoamento de uma terra portuguesa é preponderante o elemento religioso e foi a Ordem de São Francisco que acompanhou, desde início, o empreendimento de Zarco, quando ancoraram na mesma baía a 2 de julho de 1420, segundo a versão do autor baseada n’A Relação de Francisco Alcoforado. Este cronista descreve igualmente a história de Machim e de Ana de Arfet, tida como a lenda que está na base da primeira viagem de Zargo à Madeira.

A designação Matriz da Expansão Portuguesa confirma-se no século seguinte com a divisão do Brasil em nove capitanias, no sucesso das plantações de cana-de-açúcar e com a mão de obra especializada que saiu da Madeira para os engenhos do espaço atlântico. Esta nova realidade fez surgir, então, outro produto de sucesso, o vinho. Este seduzira outro dos cronistas que esteve na base deste volume sobre a História da Madeira, o navegador e comerciante genovês Luís de Cadamosto, que na ilha viveu nos fiais do século XV.

Promoção ao abrigo da Lei do Preço Fixo do Livro (Decreto-lei n.º 196/2015 de 16 de Setembro de 2015), não acumulável com outras campanhas, descontos e promoções. I. V. A. incluído à taxa legal em vigor.

Sobre a Imprensa Académica

O primeiro trabalho editorial da Associação Académica da Universidade da Madeira (AAUMa) foi publicado em Março de 2006. Tratou-se da publicação da primeira edição da sua revista mensal. Em 2010, o Governo Regional reconheceu a intervenção que a Académica realiza na área da ciência através do reconhecimento da AAUMa enquanto Instituição de Utilidade Pública. Ao longo dos anos, os nossos trabalhos de investigação resultaram em várias obras, publicadas em livro, a partir de 2013. Urgia, contudo, congregar a produção científica e todos os trabalhos editoriais da AAUMa e publicá-los sob uma única égide, a Imprensa Académica.

A nossa equipa editorial é composta por estudantes e por antigos estudantes da Universidade da Madeira (UMa). Os nossos profissionais dão formação e trabalham em conjunto com vários estudantes, nas tarefas de gestão da editora.

A actividade da Imprensa Académica pretende fomentar a investigação científica nos estudantes e nos antigos estudantes da UMa, divulgar os trabalhos produzidos pelos membros da nossa Universidade e aproximar o leitor do conhecimento científico que não pode ficar restrito a um círculo próximo do ensino universitário.

Aliado a este propósito objectivou-se dedicar este conjunto de publicações à angariação de receitas para o apoio social aos estudantes da UMa. Acreditamos que a produção e a venda de livros é um trabalho moroso, mas sabemos que é o caminho certo para o sucesso académico da nossa Comunidade Académica.